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segunda-feira, março 28, 2011

domingo, agosto 01, 2010

(...) (Não há dúvida: pensar me irrita, pois antes de começar a pensar eu sabia muito bem o que eu sabia).
Clarice Lispector

domingo, fevereiro 28, 2010

Confuso pra mim também

1. Quem eu sou: quieta no início, aberta demais no final.
2. Minha idade é: 17 anos.
3. Nasci em: Erechim – RS.
4. Meu signo é: Sagitário.
5. Tenho medo de: aranha, solidão.
6. Eu faço, atuo, trabalho em: estudo.
7. Jamais trabalharia com: CONTABILIDADE!!!
8. Meu(s) guru(s) é(são): Clarice Lispector.
9. Um elogia que gostaria de receber: ‘como tu és tranqüila!’
10. Uma qualidade que admira: serenidade.
11. Eu quero ser: profissional, feliz (...)
12. Uma palavra que eu gosto: saudade.
13. O que mais me gratifica, me deixa feliz: ter plena satisfação no que eu faço.
14. Meu sonho é: conhecer todos os lugares possíveis e impossíveis do mundo. E do Universo.
Dinâmica da aula da Baby’

1. O que você mais gosta de fazer: fotografar
2. O que você mais odeia fazer: pegar praiana
3. Qual sua música preferida: Hotel California
4. Qual seu filme preferido: Simplesmente Amor
5. Qual seu passeio preferido: ir à praia
6. Seu maior defeito: preocupada demais
7. Sua maior qualidade: fidelidade
8. O que você mais admira nos outros: autoconfiança
9. Qual seu sonho: viajar pelo mundo
10. Quem você admira: (não respondi)
(...)
Dinâmica da aula do Osmundo e da Ediene’

“Por um lado, me sinto como as outras pessoas, por outro, sou exatamente como elas. Me inquieta essa aparência, é como se todos os meus conflitos internos passassem a ser publicados diariamente nas revistas femininas, e eu rejeito essa banalização, não quero meus conflitos expostos, quero mantê-los lá no fundo, eles não precisam emergir, sou eu que preciso mergulhar e, com a parte de mim que não respira, não ventila. Vim saber se tenho fôlego pra tanto.” ‘Martha Medeiros – Divã

domingo, julho 12, 2009

Gemidos, grunhidos – suspiros

‘Causa justa. Uns falam sobre Michael Jackson. Outros falam: “Meu problema é eu mesmo.” E outros jogam xadrez. Um está lendo Quando Nietzsche Chorou e me dá muita vontade de ler o livro também. Enquanto tenho fome, escrevo. O dia está chuvoso e de novo penso ser bipolar. Mas já que todos negam não posso dizer convicta. Eu falei pra ela: é irônico eu te falar isso, porque eu me sinto igual (pensando no que eu falaria serviria pra mim também) e serviu. Momentaneamente. Minha ‘tristeza’ não é isso. Não é sozinha que me sinto. É sozinha que quero ficar. Pensar com meus botões – aliás, onde estão os meus botões...? – Eu tenho os perdido com frequência. ‘Espera, eu quero falar contigo.’ Não dá. Eu respirei fundo e coloquei um sorriso na cara. Eu me chateio? ‘Eu acho que a gente fala demais dos problemas dos outros’ – ouvi agora. Minha opinião se difere. Eu penso demais em mim mesma, mesmo. EUEUEUEUEU, mil vezes eu. Minha irmã leu pra mim esse texto da Clarice ontem: “Mas há alguma coisa a ser dita, é preciso ser dita. –Vou te dizer o que eu nunca te disse antes, talvez seja isso o que está faltando: ter dito. Se eu não disse, não foi por avareza de dizer, nem por minha mudez de barata que tem mais olhos que boca. Se eu não disse é porque não sabia que sabia – mas agora sei. Vou te dizer que eu te amo. Sei que te disse isso antes, e que também era verdade quando te disse, mas é que só agora estou realmente dizendo. Estou precisando dizer antes que eu... (...) não preciso desta carta de condenado numa cela. –Não, não quero te dar o susto do meu amor. Se te assustares comigo, eu me assustarei comigo. Não tenhas medo da dor. (...) A Paixão Segundo GH. E hoje cedo eu estava tendo surtos ora de tristeza ora de euforia e me mandaram ler A Tristeza Permitida da Martha Medeiros. E ler o texto me fez sentir pior. Eu enjoada, tonta nesse mundo sujo. E aonde está você, que não vem me ver...? Paramos de ser reclamões (eu paro de ser). Agora me deu vontade de ser feliz – de viver – e eu aqui! (falhou o meu plano de felicidade).

terça-feira, março 17, 2009

Conversa – trechos por ordem de lembranças –

-Eu fiquei feliz, porque ele me olhou e me viu. E eu fiquei com ele.e ele é lindo e pega bem.
-Pode ser que sim. Mas pode ser também que nem um jornal que iria ser posto fora. Mas que serviu pra enrolar uma caixa de banana.
-É.
-risos-

-E ninguém nunca vai olhar pra dentro de mim? Me perceber?
-Tu vai ser notada, algum dia. Vai sim.
-inicio de choros-

-Mas o amor acaba. Tem um sentimento ainda. De consideração, ou até acomodação..
-Eu não acho isso. Ou tem amor, ou não tem amor.

-Tá, mas tu quer por aonde esse teu mural? Essas prateleiras não vão caber aqui. Aqui ta muito cheio e lá ta vazio, buceta.
-É, e daí... Pêra aí! O que tu falou? – risos-
Esboço de um sorriso: -Nada... E então...
-Não! Para aí! É disso que eu to falando. De espontaneidade. De tu falar e saber que uma conversa não irá adiante além de nós duas. É confiança. Disso que eu preciso.

-Talvez seja carência minha. Eu pedia pra Nathi dizer que meu cabelo tava bom e que eu tava linda pra me sentir melhor. Eu me sentia insegura de cabelo cacheado. Aí eu ouvi um monte de elogio, que eu ficava bem melhor de cabelo cacheado então eu aceitei. ME aceitei.

-Eu penso demais. O mar... Não quero mais ir morar na praia. Eu tenho medo de ele me chamar e eu ir.
-Que nem as sereias. Elas hipnotizam, chamam os marinheiros...
-História pra justificar a loucura.
-A loucura é boa.
-Ser louco que é bom.
-Mas tem também a alienação. Aí não é bom.

-2005. Eu passei 2005 inteiro chorando na sala da direção, 2005 inteiro querendo que alguém me olhasse e me perguntasse sinceramente que eu tinha. De que adianta passar e perguntar sem estar realmente interessado. 2005 foi o pior ano dessa minha bosta de vida.

-É mágoa...
-A mágoa dá câncer.
-Eu vou ter câncer de coração então...
-Pára, não repete isso.
-Eu quis dizer que é no coração que a mágoa fica.

-Superficial. Aquilo é arroz-de-festa. Não são amigos.
-Eu não tenho arroz-de-festa.

-Percebeu mãe? Eu tava indo tão bem por tanto tempo e agora eu vou começar de novo mais um fase triste.
- cara de: merda -
(....)
'E assim fica apenas anotado, com a maior rapidez, antes que o sentimento passe.' Clarice...

sábado, janeiro 03, 2009

Confusos, motivos, q

Minhas escritas andam horríveis porque eu larguei Clarice e Martha e Nora para pegar Meg Cabot. E ler O Diário da Princesa é bom. Quando se tem doze anos. Que foi quando eu comecei a ler o primeiro livro da série. Agora que estou no oitavo que eu não vou parar. Deus, eu chego até a dar chilique que nem a Mia faz. Talvez agora eu tenha entendido meu surto de Ano-novo. Influências. Eu sei que tu não lê isso, mas mesmo assim: desculpa. Aquele ‘idiota’ que deu um eco bonito, foi forte demais. (ou não. ainda não tenho certeza)
Ok, óbvio que não foi por influencia da Mia que eu surtei. Mas é que até agora não encontrei razões para aquilo. Já teve situações piores que eu não chorei, não gritei e não corri atrás e porque nessa, que agora vejo que era necessária tua ausência eu fiz o que fiz? Meu deus. Que criança. Preciso voltar a ser senil. Nem que seja por um pequeno momento. E mais uma criancice já que o dia está uma merda: ficarei melhor pelo simples fato de tu não se importar.

Eu preciso mesmo é me livrar dessa ressaca moral; dessa perseguição infundada, dessa mania. Pelo amor de deus, acho que seria melhor morre hoje. Sacooooooooooooooooooooooo.

'Antes era perfeito
Ter nascido me estragou a saúde.'
Clarice Lispector.

domingo, outubro 19, 2008

Um arranhão no pulso

Nossa, eu ainda to doída. Muito doída. Eu tenho hematomas que eu não lembro daonde saíram. E eles doeeeem muito. E eu não sei se eu rio ou choro daquilo que eu não lembro de ter feito.
Duas colheres de Olina e um litro de suco de laranja natural. To feita.

Eu de saco cheio escrevi isso outro dia:
"Sabe de uma coisa? Ninguém tá nem ai pra minha vida. Se eu não fizer o que EU QUERO eu perco a oportunidade e me frusto (ou... não). Se eu fizer os outros falam. Falem! Falem! Mais alto! Vocês não sabem o que me levou a fazer isso. Não é agora que eu já tenho quase todos os tipos de títulos que alguém indecente consegue, que eu vou ser a carola. Eu curto bem mais provocando, do que vocês suspirando."
Talvez eu não diria isso hoje. São os contrastes minha gente.

"Eu sou ontem, eu sou quase, eu sou nunca. E tudo isso ganhei ao deixar de te amar."
'Clarice Lispector.

P.S.: Ah sei lá, eu tava muito loco!
'Naaaaaaaaaaathi, um piá, nathi! não pode, um piá!!!!!!!!!!!'